Por: Jease Costa
Efésios 2.11-22
“Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus” (v.19).
Quando o apóstolo Paulo escreveu sua carta às igrejas da região de Éfeso, na Ásia Menor, ainda existia um preconceito muito forte da parte dos judeus para com os povos gentios, isto é, os que não eram judeus. Isso, por certo, trouxe muitos prejuízos para a igreja cristã como um todo, uma vez que, mesmo sob a instrução dos ensinamentos de Jesus, havia discriminação no contexto da igreja. Os cristãos judeus ainda se sentiam superiores aos gentios. Paulo também trata desse problema em sua carta à igreja de Roma, e esse também foi o motivo de seu entreveiro com o apóstolo Pedro. Ciente, então, desse problema no seio das igrejas, Paulo instrui os irmãos a respeito do fato de que os que estão em Cristo entram em uma nova comunidade com novas bases, onde todos os elementos que antes separavam as pessoas deveriam ser demolidos pela obra acabada de Jesus na cruz.
Infelizmente, mesmo na igreja contemporânea, ainda é possível ver o preconceito e a discriminação entre os irmãos de fé. Nosso problema, hoje, não é mais entre judeus e gentios, mas nós levantamos outras barreiras, outros muros, que nos separam uns dos outros. Se por um lado “estrangeiros” e “forasteiros” são metáforas do que é de frora, “concidadãos” e “membros da família de Deus” são metáforas que dizem que, agora, ao estar em Cristo, ninguém é de fora, não há estranhos, todos são irmãos e herdeiros do mesmo Pai. Na igreja de Cristo não há distinção entre raças, nível cultural, intelectual e econômico, ou quaisquer outros elementos que nos possam afastar uns dos outros. O que vale, a partir de agora, é a fé. Na obra de Cristo foi feita a paz.
Este blog destina-se a oferecer um ponto de vista do cotidiano à luz dos valores do Reino de Deus
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O Coração Corrupto de Um Rei
Por: Jease Costa
2 Reis 16.1-9
“E tomou Acaz a prata e o ouro que se achou na casa do Senhor e nos tesouros da casa do rei, e mandou um presente ao rei da Assíria” (v.8).
Acaz, rei de Judá, estava em situação difícil, pois estava numa tremenda pressão internacional. Por um lado, os assírios avançavam para controlar o Crescente Fértil, e, por outro, os reis da Síria e de Israel queriam submetê-lo à força para que pudessem se unir contra a Assíria. Nos momentos de crise é que o verdadeiro caráter de um líder se revela. É verdade que Acaz já havia mostrado sua inclinação para o mal, ao contrário de seu pai, Jotão, que anuiu à vontade do Senhor. Entretanto, nesse episódio ele teve a chance de reverter o quadro de sua vida, pois Deus enviou o profeta Isaías para lhe instruir a manter sua fé nEle. Mas Acaz rejeitou deliberadamente a palavra do profeta dizendo que não pediria nenhum sinal do Senhor, e preferiu se vender ao rei da Assíria para escapar da sua dificuldade. E aí suas atitudes, que já eram desprezíveis, chegando até mesmo a sacrificar seu filho a ídolos, se tornam cada vez mais inadequadas. Nesse caso do versículo exposto, ele chegou ao ponto de profanar o sagrado usando a prata e o ouro do templo como moeda de compra do favor da Assíria.
A corrupção de Acaz se caracterizou por um aspecto: sua rejeição à instrução divina. Quando um homem vira as costas à luz, se depara com sua própria sombra. Essa foi a marca de Acaz: seu desprezo à Palavra do Senhor. Isso contaminou seu coração, sua vida e sua história. A história mostra que Acaz teve um governo próspero, apesar dos pesados tributos pagos à Assíria. Entretanto, o que fica para nós é que o progresso conquistado longe de Deus define nosso maior fracasso. A maior conquista da vida se revela na sujeição do coração ao Senhor.
2 Reis 16.1-9
“E tomou Acaz a prata e o ouro que se achou na casa do Senhor e nos tesouros da casa do rei, e mandou um presente ao rei da Assíria” (v.8).
Acaz, rei de Judá, estava em situação difícil, pois estava numa tremenda pressão internacional. Por um lado, os assírios avançavam para controlar o Crescente Fértil, e, por outro, os reis da Síria e de Israel queriam submetê-lo à força para que pudessem se unir contra a Assíria. Nos momentos de crise é que o verdadeiro caráter de um líder se revela. É verdade que Acaz já havia mostrado sua inclinação para o mal, ao contrário de seu pai, Jotão, que anuiu à vontade do Senhor. Entretanto, nesse episódio ele teve a chance de reverter o quadro de sua vida, pois Deus enviou o profeta Isaías para lhe instruir a manter sua fé nEle. Mas Acaz rejeitou deliberadamente a palavra do profeta dizendo que não pediria nenhum sinal do Senhor, e preferiu se vender ao rei da Assíria para escapar da sua dificuldade. E aí suas atitudes, que já eram desprezíveis, chegando até mesmo a sacrificar seu filho a ídolos, se tornam cada vez mais inadequadas. Nesse caso do versículo exposto, ele chegou ao ponto de profanar o sagrado usando a prata e o ouro do templo como moeda de compra do favor da Assíria.
A corrupção de Acaz se caracterizou por um aspecto: sua rejeição à instrução divina. Quando um homem vira as costas à luz, se depara com sua própria sombra. Essa foi a marca de Acaz: seu desprezo à Palavra do Senhor. Isso contaminou seu coração, sua vida e sua história. A história mostra que Acaz teve um governo próspero, apesar dos pesados tributos pagos à Assíria. Entretanto, o que fica para nós é que o progresso conquistado longe de Deus define nosso maior fracasso. A maior conquista da vida se revela na sujeição do coração ao Senhor.
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